Beabá

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Já que estamos em plena temporada de desfiles no eixo das capitais da moda…O New York Times publicou uma matéria bem legal sobre o eterno conflito da roupa de passarela vs. roupa da vida real para os homens. Diz que por mais que vejamos cores, materiais e shapes inovadores nas coleções, a maioria dos homens continua a se vestir de forma discreta e conservadora. Inclusive dentro do nosso mundinho fashion. Esses homens teriam tendência a fuçar mais no The Sartorialist do que no Style quando querem se inteirar do giro das tendências e escolher o que querem vestir, num clamor por roupas da vida real em homens reais. O ponto de partida da matéria são os homens que viajam muito e têm dificuldades em arrumar a mala. É uma lição de savoir-faire. Papel e caneta na mão:

Scott Schuman, o Sr. Sartorialist, conta que sempre lhe perguntam por quê ele fotografa editores de moda, já que eles não poderiam ser considerados “normais”. A resposta é sábia: “Claro que são. São profissionais com muito trabalho a fazer e deadlines a cumprir. Acordam às 8, passam o dia vendo desfiles e ainda têm que ir a jantares profissionais depois. Eles são elegantes e, acima de tudo, práticos. É tudo uma questão de sair do ponto A para chegar ao ponto B”.

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O texto diz ainda que se a Mattel fosse atualizar o Ken (o marido da Barbie) versão Fashion Insider, lançado em 2002, seu guarda-roupa de viagem teria que ser composto por:

1 terno (azul ou cinza); 2 jeans; 5 camisas brancas tipo Oxford; 1 par de sapatos escuros; 1 par de tênis (eu digo: flats, de preferência!); 1 cardigan; 1 tricô de gola V; 1 lenço de cashmere; 1 casaco reto, tipo overcoat, também de cashmere; 1 trench para chuva (Burberry, é claro); meias e cuecas.

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As malas do homem que viaja demais precisam ser resistentes e discretas. Uma sólida e espaçosa e outra, de mão, discreta, mas com pedigree (designer bag, ok? Se é que vcs me entendem…)

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Tem aspas do editor da Vogue Hommes, Olivier Lalanne, dizendo que ele se considera low-profile e conservador na hora do vestir, assim como a maioria dos editores.

Tem a lista das marcas essenciais para o homem elegante:

Jil Sander, Thom Browne (não tenho tanta certeza assim), Prada, Dior Homme e, o must, Martin Margiela. Sobre o Margiela, diz que é uma elegância tão insider e cool, que só quem acompanha moda pode sentir (tsá?).

O PR da Jil Sander e Balenciaga ensina truques para montar uma bagagem intercambiável, usando apenas tons de cinza e marinho. Pegue as 10 coisas que mais usa do seu armário, junte mais uns básicos e bon voyage. A regra é: quanto mais simples, melhor.

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Para ver a matéria original, clique aqui.

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6 Respostas to “Beabá”

  1. ulha! essa das coisas preferidas a gente também usa nas malas das clientes! (já falamos num vídeo do blog e tudo!). eeeeeeee, adorei!

  2. paulo martinez Says:

    parabéns…otima materia.

  3. é bem verdade , eu por exemplo, faço algumas peças para o desfile com um pouco de conceito, mas na hora que oferecemos nas lojas, o cliente prefere sempre o mais clássico.

  4. estou adorando as matérias. Parabéns querido.

  5. menino, vc é um sucesso!

  6. quero um bophe assim

    faço coro a maria, vc é um sucesso

    adoro isso tudo aqui

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